MISSA DE ENCERRAMENTO
Memória de São Francisco de Sales
Jornada Mundial da Juventude - 2020
Arquidiocese de São Paulo, Brasil
1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
PROCESSIONAL DE ENTRADA
QUANDO CHAMASTE OS DOZE PRIMEIROS PRA TE SEGUIR
SEI QUE CHAMAVAS A TODOS OS QUE HAVIAM DE VIR.
TUA VOZ ME FEZ REFLETIR
DEIXEI TUDO PRA TE SEGUIR
NOS TEUS MARES EU QUERO NAVEGAR.
QUANDO PEDISTE AOS DOZE PRIMEIRO: IDE ENSINAI
SEI QUE PEDIAS A TODOS NÓS: EVANGELIZAI!
QUANDO ENVIASTE OS DOZE PRIMEIRO DE DOIS EM DOIS
SEI QUE ENVIAVAS TODOS OS QUE VIESSEM DEPOIS.
QUANDO PEDISTE AOS DOZE PRIMEIRO: IDE ENSINAI
SEI QUE PEDIAS A TODOS NÓS: EVANGELIZAI!
QUANDO ENVIASTE OS DOZE PRIMEIRO DE DOIS EM DOIS
SEI QUE ENVIAVAS TODOS OS QUE VIESSEM DEPOIS.
RITOS INICIAIS
2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres: A paz esteja convosco!
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
ATO PENITENCIAL
Pres: O Senhor disse: “Quem dentre vós estiver sem pecado, atire a primeira pedra”. Reconheçamo-nos todos pecadores e perdoemo-nos mutuamente do fundo do coração.
Pres: Confiantes na misericórdia do Pai, cantemos pedindo.
CANTO
SENHOR, VENHO PEDIR PERDÃO
POIS PEQUEI CONTRA VÓS
E COM MEU CORAÇÃO INQUIETO
RESOLVI VOLTAR
POIS PEQUEI CONTRA VÓS
E COM MEU CORAÇÃO INQUIETO
RESOLVI VOLTAR
E MESMO SEM SABER COMO EXPRESSAR-ME
PEÇO VOSSA MISERICÓRDIA
PEÇO VOSSA MISERICÓRDIA
SENHOR, MISERICÓRDIA
CRISTO, MISERICÓRDIA
SENHOR, MISERICÓRDIA
MEU PAI RESOLVI VOLTAR
CRISTO, MISERICÓRDIA
SENHOR, MISERICÓRDIA
MEU PAI RESOLVI VOLTAR
Segue-se a absolvição:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
Pres: Ó Deus, para a salvação da humanidade, quisestes que são Francisco de Sales se fizesse tudo para todos; concedei que, a seu exemplo, manifestemos sempre a mansidão do vosso amor no serviço a nossos irmãos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
PRIMEIRA LEITURA
(1 Samuel 24,3-21)
L: Leitura do primeiro livro de Samuel.
L: Tomou então Saul três mil israelitas de escol e foi em busca de Davi com sua gente nos rochedos dos Cabritos Monteses. Chegando perto dos apriscos de ovelhas que havia ao longo do caminho, entrou Saul numa gruta para satisfazer suas necessidades. Ora, no fundo dessa mesma gruta se encontrava Davi com seus homens, os quais disseram-lhe: "Eis o dia anunciado pelo Senhor, que te prometeu entregar o teu inimigo à tua discrição". Davi, arrastando-se de mansinho, cortou furtivamente a ponta do manto de Saul. E logo depois o seu coração bateu-lhe, porque tinha ousado fazer aquilo. E disse aos seus homens: "Deus me guarde de jamais cometer este crime, estendendo a mão contra o ungido do Senhor, meu senhor, pois ele é consagrado ao Senhor!" Davi conteve os seus homens com estas palavras e impediu que agredissem Saul. O rei levantou-se, deixou a gruta e prosseguiu o seu caminho. Então Davi saiu por sua vez e bradou atrás de Saul: "Ó rei, meu senhor!" Saul voltou-se para ver, e Davi inclinou-se, prostrando-se até a terra. E disse ao rei: "Por que dás ouvidos aos que te dizem: Davi procura fazer-te mal? Viste hoje com os teus olhos que o Senhor te entregou a mim na gruta. (Meus homens) insistiam comigo para que te matasse, mas eu te poupei, dizendo: Não levantarei a mão contra o meu senhor, porque é o ungido do Senhor. Olha, meu pai, vê a ponta de teu manto em minha mão. Se eu cortei este pano do teu manto e não te matei, reconhece que não há perversidade nem revolta em mim. Jamais pequei contra ti, e tu procuras matar-me. Que o Senhor julgue entre mim e ti! O Senhor me vingará de ti, mas eu não levantarei minha mão contra ti. 'O mal vem dos malvados', como diz o provérbio; por isso não te tocará a minha mão. Afinal, contra quem saiu o rei de Israel? A quem persegues? Um cão morto! Uma pulga! Pois bem! O Senhor julgará e pronunciará entre mim e ti. Que ele olhe e defenda a minha causa, fazendo me justiça contra ti!" Acabando Davi de falar, Saul disse-lhe: "É esta a tua voz, ó meu filho Davi?" E pôs-se a chorar. "Tu és mais justo do que eu", replicou ele; "fizeste-me bem pelo mal que te fiz. Provaste hoje a tua bondade para comigo, pois o Senhor tinha-me entregue a ti e não me mataste. Qual é o homem que, encontrando o seu inimigo, o deixa ir embora tranquilamente? Que o Senhor te recompense o que hoje me deste! Agora eu sei que serás rei, e que nas tuas mãos será firmada a realeza".
L: Palavra do Senhor.
Ass: Graças a Deus.
8. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
SALMO RESPONSORIAL
(56/57)
S: PIEDADE, SENHOR, TENDE PIEDADE.
Ass: PIEDADE, SENHOR, TENDE PIEDADE.
S: PIEDADE, SENHOR, PIEDADE,
POIS EM VÓS SE ABRIGA A MINHA ALMA!
DE VOSSAS ASAS, À SOMBRA, ME ACHEGO,
ATÉ QUE PASSE A TORMENTA, SENHOR!
S: LANÇO UM GRITO AO SENHOR DEUS ALTÍSSIMO,
A ESSE DEUS QUE ME DÁ TODO O BEM.
QUE ME ENVIE DO CÉU SUA AJUDA
E CONFUNDA OS MEUS OPRESSORES!
DEUS ME ENVIE SUA GRAÇA E VERDADE!
S: ELEVAI-VOS, Ó DEUS, SOBRE OS CÉUS,
VOSSA GLÓRIA REFULJA NA TERRA!
VOSSO AMOR É MAIS ALTO QUE OS CÉUS
MAIS QUE AS NUVENS A VOSSA VERDADE!
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
EM CRISTO, DEUS RECONCILIOU CONSIGO MESMO A HUMANIDADE; E A NÓS ELE ENTREGOU ESTA RECONCILIAÇÃO.
11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác: Amém.
Diác: Amém.
12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
EVANGELHO
(Marcos 3,13-19)
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos.
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác ou Sac: Naquele tempo, Jesus subiu ao monte e chamou os que ele quis. E foram a ele. Designou doze dentre eles para ficar em sua companhia. Ele os enviaria a pregar, com o poder de expulsar os demônios. Escolheu estes doze: Simão, a quem pôs o nome de Pedro; Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, aos quais pôs o nome de Boanerges, que quer dizer "Filhos do Trovão". Ele escolheu também André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago, filho de Alfeu; Tadeu, Simão, o Zelador; e Judas Iscariotes, que o entregou.
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
Ass: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
PRECES
Pres: Amado povo de Deus, aqui reunido para recordar os benefícios de nosso Deus, roguemos que Ele inspire os nossos pedidos, para que possa atender as nossas súplicas, dizendo:
Ass: Senhor, escutai a nossa prece.
1. Pelos jovens e fiéis de todo o mundo, para que, incessantemente alimentados pela Palavra e pela Eucaristia, testemunhem a paz, a justiça e a caridade. Rezemos ao Senhor.
2. Pelos que, apesar de suas fragilidades, dedicam-se pelo serviço puro e fiel às necessidades materiais e espirituais do próximo e da igreja. Rezemos ao Senhor
3. Pelos que, em todas as partes do mundo, estão padecendo, vítimas da malda, da guerra, da violência, injustiça e todas as formas de mal, para que, através de corações solidários e comprometidos, recebam a consolação e a paz de Deus. Rezemos ao Senhor.
4. Pelo Santo Padre, Paulo IV, e todos seus auxiliares que dia e noite dedicam suas vidas para proteger e guia, à luz do Espírito santo, a Santa Igreja de Cristo a eles confiada. Rezemos ao Senhor.
Pres: Possam agradar-vos, ó Deus, as preces de vossa Igreja, para que recebamos por vossa misericórdia o que por nossos méritos não ousamos esperar. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
CANTO DE APRESENTAÇÃO DAS OFERENDAS
VIDAS QUE SE OFERTAM NESTE ALTAR
PARA NOVAS VIDAS GERAR
COMO O GRÃO DE TRIGO CAI E MORRE PARA FRUTIFICAR
PARA NOVAS VIDAS GERAR
COMO O GRÃO DE TRIGO CAI E MORRE PARA FRUTIFICAR
DONS QUE SE CONSAGRAM NESTE ALTAR
O ETERNO VEM O TEMPO TOCAR
SACRIFÍCIO DE AMOR QUE SEMPRE SE RENOVARÁ
COMO NO ALTAR DA CRUZ, O MILAGRE DA VIDA SE FARÁ
SACRIFÍCIO DE AMOR QUE SEMPRE SE RENOVARÁ
COMO NO ALTAR DA CRUZ, O MILAGRE DA VIDA SE FARÁ
HOJE NOSSA POBREZA SE ENCONTRA NO ALTAR
COM A TUA GRANDEZA, SENHOR!
NOSSA VIDA PERDIDA NO VINHO E NO PÃO
EIS A NOSSA OFERTA DE AMOR!
COM A TUA GRANDEZA, SENHOR!
NOSSA VIDA PERDIDA NO VINHO E NO PÃO
EIS A NOSSA OFERTA DE AMOR!
17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.
19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
20. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
SOBRE AS OFERENDAS
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres: Ó Deus, por este sacrifício de salvação, acendei em nós o fogo do Espírito Santo que inflamava, de modo admirável, o coração terníssimo de são Francisco de Sales. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
PREFÁCIO COMUM I
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Quisestes que ele fosse o fundamento de todas as coisas e a todos destes participar de sua plenitude. Sendo verdadeiro Deus, despojou-se de sua glória. E, pelo sangue derramado na cruz, trouxe a paz ao mundo inteiro. Elevado acima de toda criatura, tornou-se fonte da salvação para todos os que fazem a sua vontade. Por ele, os anjos celebram vossa grandeza e os santos proclamam vossa glória. Concedei-nos também a nós associar-nos a seus louvores, cantando a uma só voz.
ORAÇÃO EUCARÍSTICA III
109. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, vós sois santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir o vosso povo, para que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr-do-sol, um sacrifício perfeito.
Ass: Santificai e reuni o vosso povo!
110. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Pres: Por isso, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas,
Une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, que nos mandou celebrar este mistério.
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!
111. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar,inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
112. Então prossegue:
Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
113. Em seguida, diz:
Eis o mistério da fé!
Ass: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.
114. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando agora, ó Pai, a memória do vosso Filho, da sua paixão que nos salva, da sua gloriosa ressurreição e da sua ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício de vida e santidade.
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres: Olhai com bondade a oferenda da vossa Igreja, reconhecei o sacrifício que nos reconcilia convosco e concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, sejamos repletos do Espírito Santo e nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
Ass: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!
1C: Que ele faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a vida eterna com os vossos santos: a virgem Maria, mãe de Deus, são José, seu esposo, os vossos apóstolos e mártires, São Francisco de Sales e de todos os santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
Ass: Fazei de nós um perfeita oferenda!
2C: E agora, nós vos suplicamos, ó Pai, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja, enquanto caminha neste mundo: o vosso servo o papa Paulo IV, o nosso bispo João Kekeison, com os bispos do mundo inteiro, o clero e todo o povo que conquistastes.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
2C: Atendei as preces da vossa família, que está aqui, na vossa presença. Reuni em vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
Une as mãos.
por Cristo, Senhor nosso.
Ass: A todos saciai com vossa glória!
3C: Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
115. Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!
RITO DA COMUNHÃO
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
CANTO
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, DAI-NOS A PAZ.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.
133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Eu vim para que tenham a vida e a tenham cada vez mais, diz o Senhor.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
CANTO DA COMUNHÃO
VEM, E EU MOSTRAREI QUE O MEU CAMINHO TE LEVA AO PAI
GUIAREI OS PASSOS TEUS E JUNTO A TI HEI DE SEGUIR
SIM, EU IREI E SABEREI COMO CHEGAR AO FIM
DE ONDE VIM, AONDE VOU, POR ONDE IRÁS, IREI TAMBÉM
VEM, EU TE DIREI O QUE AINDA ESTÁS A PROCURAR
A VERDADE É COMO O SOL E INVADIRÁ TEU CORAÇÃO
SIM, EU IREI E APRENDEREI MINHA RAZÃO DE SER
EU CREIO EM TI QUE CRÊS EM MIM E A TUA LUZ VEREI A LUZ
VEM, E EU TE FAREI DA MINHA VIDA PARTICIPAR
VIVERÁS EM MIM AQUI, VIVER EM MIM É O BEM MAIOR
SIM, EU IREI E VIVEREI A VIDA INTEIRA ASSIM
ETERNIDADE É NA VERDADE, O AMOR VIVENDO SEMPRE EM NÓS
VEM, QUE A TERRA ESPERA QUEM POSSA E QUEIRA REALIZAR
COM AMOR, A CONSTRUÇÃO DE UM MUNDO NOVO MUITO MELHOR!
SIM, EU IREI E LEVAREI TEU NOME AOS MEUS IRMÃOS
IREMOS NÓS E O TEU AMOR VAI CONSTRUIR ENFIM A PAZ!
138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
ORAÇÃO PÓS-COMUNHÃO
140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Pres: Ó Deus todo-poderoso, concedei-nos, por esta eucaristia, imitar a caridade e mansidão de são Francisco de Sales, para com ele chegarmos à glória do céu. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
RITOS FINAIS
141. Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.
Pres: Bendito seja o nome do Senhor.
Ass: Agora e para sempre.
Pres: A nossa proteção está no nome do Senhor.
Ass: Que fez o céu e a terra.
Pres: Por intercessão de Nossa Senhora Aparecida, a padroeira do Brasil, abençoe-vos o Deus todo-poderoso: Pai e Filho e Espírito Santo.
Ass: Amém!
Diác: A alegria do Senhor seja a nossa força. Ide em paz e que o Senhor nos acompanhe.
Ass: Graças a Deus.
CANTO FINAL
SOMOS PEREGRINOS E VIEMOS HOJE AQUI
DE TANTOS CONTINENTES E CIDADES
QUEREMOS SER MISSIONÁRIOS DO SENHOR
LEVAR SUA PALAVRA E SUA MENSAGEM
SER COMO MARIA, QUE UM DIA DISSE: SIM
QUANDO FOI CHAMADA AO SEU PROJETO
TODO CÉU SE ALEGRA E EXULTA DE ALEGRIA
E TODA TERRA CANTA OS TEUS PRODÍGIOS
EIS AQUI A SERVA DO SENHOR
FAÇA-SE EM MIM A TUA PALAVRA (2x)
TUA SERVA EU SOU
TUA FILHA, EU SOU
TEU FILHO, EU SOU
SER COMO MARIA, DISPONÍVEIS A SAIR
IGREJA PEREGRINA DO AMOR
JOVENS, TESTEMUNHAS E DISCÍPULOS
COM ALEGRIA, FÉ E VOCAÇÃO
NÃO TENHAM MEDO, NÃO
NÃO TENHAM MEDO
DE LEVAR O AMOR DE DEUS
COMPROMETIDOS, SIM, COMO MARIA
QUE SOUBE SER A SERVA DO SENHOR

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