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quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Folheto Litúrgico - JMJ 2020

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FOLHETO LITÚRGICO - SANTA MISSA
II SEMANA DO TEMPO COMUM
Jornada Mundial da Juventude - 2020

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

PROCESSIONAL DE ENTRADA

EIS-ME AQUI, SENHOR! EIS-ME AQUI, SENHOR!
PRA FAZER TUA VONTADE, PRA VIVER DO TEU AMOR
PRA FAZER TUA VONTADE, PRA VIVER DO TEU AMOR
EIS-ME AQUI, SENHOR!

O SENHOR É O PASTOR QUE ME CONDUZ
POR CAMINHOS NUNCA VISTOS ME ENVIOU
SOU CHAMADO A SER FERMENTO, SAL E LUZ
E POR ISSO RESPONDI: AQUI ESTOU!

ELE PÔS EM MINHA BOCA UMA CANÇÃO
ME UNGIU COMO PROFETA E TROVADOR
DA HISTÓRIA E DA VIDA DO MEU POVO
E POR ISSO RESPONDI: AQUI ESTOU!

PONHO A MINHA CONFIANÇA NO SENHOR
DA ESPERANÇA SOU CHAMADO A SER SINAL
SEU OUVIDO SE INCLINOU AO MEU CLAMOR
E POR ISSO RESPONDI: AQUI ESTOU!

RITOS INICIAIS

2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.


Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:Pres: A vós irmãos, graça e paz da parte de Jesus Cristo nosso Senhor.
Ass: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

ATO PENITENCIAL

Pres: Irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios. 
Pres: Cantemos pedindo perdão.

CANTO: CONFESSO A DEUS, TODO PODEROSO
E A VÓS, IRMÃO E IRMÃS, QUE PEQUEI
MUITAS VEZES POR PENSAMENTOS, PALAVRAS
ATOS E OMISSÕES POR MINHA CULPA, TÃO GRANDE CULPA
PIEDADE, PIEDADE, PIEDADE DE NÓS, SENHOR!PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!

E PEÇO A VIRGEM MARIA, AOS ANJOS E SANTOS
E A VÓS, IRMÃO E IRMÃS, QUE ROGUEIS POR MIM A DEUS, NOSSO SENHOR
PIEDADE, PIEDADE, PIEDADE DE NÓS, SENHOR!
PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!

Segue-se a absolvição:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.

ORAÇÃO DO DIA

6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.

Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
Pres: Deus eterno e todo-poderoso, que governais o céu e a terra, escutai com bondade as preces do vosso povo e dai ao nosso tempo a vossa paz. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

PRIMEIRA LEITURA 
(1 Samuel 17,32-33.37.40-51)

L: Leitura do primeiro livro de Samuel.
Davi disse-lhe: “Ninguém desanime por causa desse filisteu! Teu servo irá combatê-lo”. “Combatê-lo, tu?!”, exclamou o rei. “Não é possível. Não passas de um menino e ele é um homem de guerra desde a sua mocidade”. “O Senhor”, acrescentou, “que me salvou das garras do leão e do urso, salvar-me-á também das mãos desse filisteu”. “Vai”, disse Saul a Davi; “e que o Senhor esteja contigo!” E, tirando a armadura, tomou seu cajado e escolheu no regato cinco pedras lisas, pondo-as no alforje de pastor que lhe servia de bolsa. Em seguida, com a sua funda na mão, avançou contra o filisteu. De seu lado, o filisteu, precedido de seu escudeiro, aproximou-se de Davi, mediu-o com os olhos, e, vendo que era jovem, louro e de delicado aspecto, desprezou-o. Disse-lhe: “Sou eu porventura um cão, para vires a mim com um cajado?” E amaldiçoou-o em nome de seus deuses. “Vem”, continuou ele, “e eu darei a tua carne às aves do céu e aos animais da terra!” Davi respondeu: “Tu vens contra mim com espada, lança e escudo; eu, porém, vou contra ti em nome do Senhor dos exércitos, do Deus das fileiras de Israel, que tu insultaste. 46 Hoje o Senhor te entregará nas minhas mãos, e eu te matarei, cortar-te-ei a cabeça, e darei os cadáveres do exército dos filisteus às aves do céu e aos animais da terra. Toda a terra saberá que há um Deus em Israel; e toda essa multidão saberá que não é com a espada nem com a lança que o Senhor triunfa, pois a batalha é do Senhor, e ele vos entregou em nossas mãos!” Levantou-se o filisteu e marchou contra Davi. Davi também correu para a linha inimiga ao encontro do filisteu. Meteu a mão no alforje, tomou uma pedra e arremessou-a com a funda, ferindo o filisteu na fronte. A pedra penetrou-lhe na fronte, e o gigante caiu com o rosto por terra. Assim venceu Davi o filisteu, ferindo-o de morte com uma funda e uma pedra. E como não tinha espada na mão, correu ao filisteu, subiu-lhe em cima, arrancou-lhe a espada da bainha e acabou de matá-lo, cortando-lhe a cabeça. Vendo morto o seu campeão, os filisteus fugiram.
L: Palavra do Senhor.
Ass: Graças a Deus.

8. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

SALMO RESPONSORIAL
(143/144)

S: BENDITO SEJA O SENHOR, MEU ROCHEDO!
Ass: BENDITO SEJA O SENHOR, MEU ROCHEDO!

S: BENDITO SEJA O SENHOR, MEU ROCHEDO,
QUE ADESTROU MINHAS MÃOS PARA A LUTA
E OS MEUS DEDOS TREINOU PARA A GUERRA!

S: ELE É MEU AMOR, MEU REFÚGIO,
LIBERTADOR, FORTALEZA E ABRIGO;
É MEU ESCUDO: É NELE QUE ESPERO,
ELE SUBMETE AS NAÇÕES A MEUS PÉS.

S: UM CANTO NOVO, MEU DEUS, VOU CANTAR-VOS,
NAS DEZ CORDAS DA HARPA LOUVAR-VOS,
A VÓS, QUE DAIS A VITÓRIA AOS REIS 
E SALVAIS VOSSO SERVO DAVI.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
JESUS PREGAVA A BOA-NOVA, O REINO ANUNCIANDO, E CURAVA TODA ESPÉCIE DE DOENÇAS ENTRE O POVO.

11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Diác: Amém.

12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:

EVANGELHO
(Marcos 3,1-6)

Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos.
Ass: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Diác ou Sac: Naquele tempo, entrou Jesus na sinagoga e achava-se ali um homem que tinha a mão seca. Ora, estavam-no observando se o curaria no dia de sábado, para o acusarem. Ele diz ao homem da mão seca: "Vem para o meio." Então lhes pergunta: "É permitido fazer o bem ou o mal no sábado? Salvar uma vida ou matar?" Mas eles se calavam. Então, relanceando um olhar indignado sobre eles, e contristado com a dureza de seus corações, diz ao homem: "Estende tua mão!" Ele estendeu-a e a mão foi curada. Saindo os fariseus dali, deliberaram logo com os herodianos como o haviam de perder.
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
Ass: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA
14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

PRECES

Pres: Amado povo de Deus, aqui reunido para recordar os benefícios de nosso Deus, roguemos que Ele inspire os nossos pedidos, para que possa atender as nossas súplicas, dizendo:
Ass: Pai Nosso, livrai-nos de todo o mal. 

1. 
PELO PAPA E PELA IGREJA. 
Cuidai, Senhor, da Santa Igreja presente no Habbo Hotel e de nosso Papa Paulo IV, para que o mal não atrapalhe nossa ação evangelizadora, vos pedimos.

2. PELA COMUNIDADE AMAZONENSE. 
Olhai, Senhor, para a comunidade amazonense para que cumpram a missão de ser Igreja em saída e levar a Palavra a todos, nós vos pedimos.

3. PELAS VOCAÇÕES.
Enviai, Senhor, sempre mais missionários para a vossa messe. Que olhando para o Bom Pastor, possam ser motivados a ser bons servos e missionários com amor, nós vos pedimos.

4. 
PELAS MISSÕES.
Sustentai, Senhor, os missionários e missionárias da Igreja, para que estejam sempre dispostos a levar o Evangelho à todos os que ainda não o conhecem, nós vos pedimos.

5. PELOS NOSSOS IRMÃOS AUSENTES.
Levai, Senhor, sempre o Vosso Amor àqueles irmãos e irmãs que se encontram ausentes e longe da messe. Que motivados pelo Vosso Amor, possam retornar à Missão de levar a Palavra e o Amor à todos, nós vos pedimos.

Pres: Possam agradar-vos, ó Deus, as preces de vossa Igreja, para que recebamos por vossa misericórdia o que por nossos méritos não ousamos esperar. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.

CANTO DE APRESENTAÇÃO DAS OFERENDAS

PÃO E VINHO, TE APRESENTAMOS NESSE ALTAR
COMO SINAL QUE TU RECOLHES NOSSA OFERTA
TUDO O QUE SOMOS DEIXAMOS AQUI. (2x)

É UM MILAGRE QUE SE DÁ,
O PÃO E O VINHO EM CORPO E SANGUE
VÃO SE TRANSFORMAR.
NÃO HÁ LIMITES PARA O AMOR,
VEM TRANSFORMAR TAMBÉM MINHA VIDA,
OH SENHOR, É TEU ESSE MILAGRE DE AMOR.

17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.

19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.

Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!

20. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:

Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.

Coloca o cálice sobre o corporal.

22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:

De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

SOBRE AS OFERENDAS
  
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.

Pres: Concedei-nos, ó Deus, a graça de participar constantemente da eucaristia, pois, todas as vezes que celebramos este sacrifício, torna-se presente a nossa redenção. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.

ORAÇÃO EUCARÍSTICA V

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres:  É justo e nos faz todos ser mais santos louvar a vós, ó Pai, no mundo inteiro, de dia e de noite, agradecendo com Cristo, vosso Filho, nosso irmão. É ele o sacerdote verdadeiro que sempre se oferece por nós todos, mandando que se faça a mesma coisa que fez naquela ceia derradeira. Por isso, aqui estamos bem unidos, louvando e agradecendo com alegria, juntando nossa voz à voz dos anjos e à voz dos santos todos, para cantar.

CANTO: SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR! SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR!
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA. HOSANA NAS ALTURAS! 
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR! HOSANA NAS ALTURAS!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Senhor, vós que sempre quisestes ficar muito perto de nós, vivendo conosco no Cristo, falando conosco por ele, 

Une as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:
mandai vosso Espírito Santo, 
Une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que as nossas ofertas se mudem no Corpo + e no Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
Ass: Mandai vosso Espírito Santo!

Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na noite em que ia ser entregue, ceando com seus apóstolos, 
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar,inclina-se levemente, e prossegue:
Jesus tendo o pão em suas mãos, 

Eleva os olhos
olhou para o céu e deu graças, partiu o pão e o entregou a seus discípulos.

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

Então prossegue:
Do mesmo modo, ao fim da ceia,

toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente o deu a seus discípulos.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

Em seguida diz:
Tudo isto é mistério da fé!
Ass: Toda vez que se come deste pão, toda vez que se bebe deste vinho, se recorda a paixão de Jesus Cristo e se fica esperando sua volta!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Recordamos, ó Pai, neste momento, a paixão de Jesus, nosso Senhor, sua ressurreição e ascensão; nós queremos a vós oferecer este pão que alimenta e que dá vida, este vinho que nos salva e dá coragem.
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

O sacerdote, de braços abertos, continua:
Pres: E, quando recebermos pão e vinho, o Corpo e Sangue dele oferecidos, o Espírito nos una num só corpo, para sermos um só povo em seu amor.
Ass: O Espírito nos uma num só corpo!

1C: Protegei vossa Igreja que caminha nas estradas do mundo rumo ao céu, cada dia renovando a esperança de chegar junto a vós, na vossa paz.
Ass: Caminhamos na estrada de Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, continua:
2C: Daí ao santo padre, o papa Paulo IV, ser bem firme na fé, na caridade, e a Lucianne que é bispo desta Igreja, muita luz para guiar o seu rebanho.
Ass: Caminhamos na estrada de Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, continua:
3C: Esperamos entrar na vida eterna com a virgem, mãe de Deus e da Igreja, São José seu esposo, os apóstolos e todos os santos, que na vida souberam amar Cristo e seus irmãos.
Ass: Esperamos entrar na vida eterna!

O sacerdote, de braços abertos, continua:
4C: A todos os que chamastes para outra vida na vossa amizade e aos marcados com o sinal da fé, abrindo vossos braços, acolhei-os. Que vivam para sempre bem felizes no reino que para todos preparastes.
Ass: A todos dai a luz que não se apaga!

O sacerdote, de braços abertos, continua:
Pres: E a nós, que agora estamos reunidos e somos povo santo e pecador, dai força para construirmos juntos o vosso reino, que também é nosso.
Ergue o cálice e a patena com a hóstia dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!

RITO DA COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra
como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.

130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, DAI-NOS A PAZ.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo,pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou: 
Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.

133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Felizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo. 

COMUNHÃO

134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

CANTO DA COMUNHÃO

A TI MEU DEUS
ELEVO MEU CORAÇÃO
ELEVO AS MINHAS MÃOS
MEU OLHAR, MINHA VOZ
A TI, MEU DEUS, EU QUERO OFERECER
MEUS PASSOS E MEU VIVER
MEU CAMINHOS, MEU SOFRER

A TUA TERNURA, SENHOR, VEM ME ABRAÇAR
E A TUA BONDADE INFINITA ME PERDOAR
VOU SER O TEU SEGUIDOR E TE DAR O MEU CORAÇÃO
EU QUERO SENTIR O CALOR DE TUAS MÃOS

A TI, MEU DEUS
QUE ÉS BOM E QUE TENS AMOR
AO POBRE, AO SOFREDOR
VOS SERVIR, ESPERAR
EM TI, SENHOR
HUMILDES SE ALEGRARÃO
CANTANDO A NOVA CANÇÃO
DE ESPERANÇA E DE PAZ

138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.

139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

ORAÇÃO PÓS-COMUNHÃO

140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Penetrai-nos, ó Deus, com o vosso Espírito de caridade, para que vivam unidos no vosso amor os que alimentais com o mesmo pão. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.

RITOS FINAIS

141. Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:

Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.

Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.

Pres: Bendito seja o nome do Senhor.
Ass: Agora e para sempre.

Pres: A nossa proteção está no nome do Senhor.
Ass: Que fez o céu e a terra.

Pres: Por intercessão de Nossa Senhora Aparecida, a padroeira do Brasil, abençoe-vos o Deus todo-poderoso: Pai e Filho e Espírito Santo.
Ass: Amém!

Diác: A alegria do Senhor seja a nossa força. Ide em paz e que o Senhor nos acompanhe.
Ass: Graças a Deus.

CANTO FINAL

SOMOS PEREGRINOS E VIEMOS HOJE AQUI
DE TANTOS CONTINENTES E CIDADES
QUEREMOS SER MISSIONÁRIOS DO SENHOR
LEVAR SUA PALAVRA E SUA MENSAGEM
SER COMO MARIA, QUE UM DIA DISSE: SIM
QUANDO FOI CHAMADA AO SEU PROJETO
TODO CÉU SE ALEGRA E EXULTA DE ALEGRIA
E TODA TERRA CANTA OS TEUS PRODÍGIOS

EIS AQUI A SERVA DO SENHOR
FAÇA-SE EM MIM A TUA PALAVRA

TUA SERVA EU SOU
TUA FILHA, EU SOU
TEU FILHO, EU SOU

SER COMO MARIA, DISPONÍVEIS A SAIR
IGREJA PEREGRINA DO AMOR
JOVENS, TESTEMUNHAS E DISCÍPULOS
COM ALEGRIA, FÉ E VOCAÇÃO

NÃO TENHAM MEDO, NÃO
NÃO TENHAM MEDO
DE LEVAR O AMOR DE DEUS

COMPROMETIDOS, SIM, COMO MARIA
QUE SOUBE SER A SERVA DO SENHOR

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