MISSA DE ENCERRAMENTO
DO CERCO DE JERICÓ
MEMÓRIA DOS MÁRTIRES DE MARROCOS
BASÍLICA SÃO JOÃO PAULO II
16.01.2020
PAPA PAULO IV
1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
CANTO DE ENTRADA
A CIDADE ESTÁ MURADA
JÁ NÃO ENCONTRO MAIS A ENTRADA
PARA A VIDA PLENA
OS PROBLEMAS ME SUFOCAM
JÁ NÃO CONSIGO ACHAR UMA SAÍDA,
AS BARREIRAS SÃO TÃO ALTAS.
MAS EU NÃO VOU DESANIMAR,
PRECISO OUVIR A VOZ DE DEUS
ME PÔR A CAMINHO,
E ELEVAR O MEU CLAMOR AO CÉU.
AS MURALHAS NÃO RESISTIRÃO À AÇÃO DE DEUS
E AO CLAMOR DO POVO ESCOLHIDO
AS BARREIRAS CAIRÃO, AS CORRENTES QUEBRARÃO
AO CLAMAR O SANTO NOME DO SENHOR.
JESUS, JESUS, JESUS, JESUS!
JESUS, JESUS, JESUS, JESUS!
SAUDAÇÃO
2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai, do Filho e dho Espírito Santo.
Ass: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres: O Senhor esteja convosco.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
ATO PENITENCIAL
Pres: Reconheçamos as nossas culpas para celebrar dignamente os santos mistérios.
Pres: Senhor, que viestes salvar os corações arrependidos, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.
Pres: Cristo, que viestes chamar os pecadores, tende piedade de nós.
Ass: Cristo, tende piedade de nós.
Pres: Senhor, que intercedeis p nós junto do Pai, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres: Deus Todo-Poderoso tenha compaixão de nós perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.
ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
Ó Deus de poder e misericórdia, assim como, pela pregação dos santos Bernardo e seus companheiros, lavastes aos povos o Evangelho do vosso Filho, concedei que, pela intercessão dos vossos mártires, estes mesmos povos permaneçam firmes na fé. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass: Amém.
PRIMEIRA LEITURA
7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
(Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação)
(Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação)
Leitura do livro de Josué
Jericó, cidade murada, tinha se fechado diante dos israelitas, e ninguém saía dela nem podia entrar. O Senhor disse a Josué: “Vê, entreguei-te Jericó, seu rei e seus valentes guerreiros. Dai volta à cidade, vós todos, homens de guerra; contornai toda a cidade uma vez. Assim farás durante seis dias. Sete sacerdotes, tocando sete trombetas, irão adiante da arca. No sétimo dia, dareis sete vezes volta à cidade, tocando os sacerdotes a trombeta. Quando o som da trombeta for mais forte e ouvirdes a sua voz, todo o povo soltará um grande clamor e a muralha da cidade desabará. Então, o povo tomará de assalto a cidade, cada um no lugar que lhe ficar defronte”.
Marcharam os guerreiros diante dos sacerdotes que tocavam a trombeta, e a retaguarda seguia a arca; e durante toda a marcha ouvia-se o retinir das trombetas. Ora, Josué havia dado essa ordem ao povo: “Não griteis, nem façais ouvir a vossa voz, nem saia de vossa boca palavra alguma, até o dia em que eu vos disser: ‘Gritai!’. Então, clamareis com força”. A arca do Senhor deu uma volta à cidade, e retornaram ao acampamento para ali passar a noite. Deram volta à cidade uma vez, no segundo dia, e voltaram ao acampamento. O mesmo fizeram durante seis dias. Mas, ao sétimo dia, levantando-se de madrugada, deram volta à cidade sete vezes, como nos dias precedentes: esse foi o único dia em que fizeram sete vezes a volta. Quando os sacerdotes tocaram as trombetas na sétima volta, Josué disse ao povo: “Gritai, porque o Senhor vos entregou a cidade.” O povo clamou e os sacerdotes tocaram as trombetas. E logo que o povo ouviu o som das trombetas, levantou um grande clamor. A muralha desabou. A multidão subiu à cidade, sem nada diante de si."
Palavra do Senhor.
Ass: Graças a Deus.
RESPONSÓRIO
— Libertai-nos, Senhor, pela vossa compaixão!
— Porém, agora nos deixastes e humilhastes, já não saís com nossas tropas para a guerra! Vós nos fizestes recuar ante o inimigo, os adversários nos pilharam à vontade.
— De nós fizestes o escárnio dos vizinhos, zombaria e gozação dos que nos cercam; para os pagãos somos motivo de anedotas, zombam de nós a sacudir sua cabeça.
— Levantai-vos, ó Senhor, por que dormis? Despertai! Não nos deixeis eternamente! Por que nos escondeis a vossa face e esqueceis nossa opressão, nossa miséria?
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
JESUS CRISTO PREGAVA O EVANGELHO E ANUNCIAVA O REINO, CURANDO TODO TIPO DE DOENÇA ENTRE O POVO.
11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e dho Espírito Santo.Diác: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
Diác: Dá-me a tua bênção.O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e dho Espírito Santo.Diác: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Naquele tempo, um leproso chegou perto de Jesus, e de joelhos pediu: “Se queres, tens o poder de curar-me”. Jesus, cheio de compaixão, estendeu a mão, tocou nele, e disse: “Eu quero: fica curado!” No mesmo instante, a lepra desapareceu, e ele ficou curado. Então Jesus o mandou logo embora, falando com firmeza: “Não contes nada disso a ninguém! Vai, mostra-te ao sacerdote e oferece, pela tua purificação, o que Moisés ordenou, como prova para eles!”
Ele foi e começou a contar e a divulgar muito o fato. Por isso Jesus não podia mais entrar publicamente numa cidade: ficava fora, em lugares desertos. E de toda parte vinham procurá-lo.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
Ass: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
PRECES DA ASSEMBLÉIA
Pres: Irmãos caríssimos, é o próprio Senhor quem diz "pedi e recebereis", por isso, elevemos os nossos pedidos cantando:
Ass: — SE EU ORAR, SE EU CLAMAR AS MURALHAS NÃO RESISTIRÃO AO PODER DE MEU DEUS.
1. Que nenhuma muralha impeça a vossa Santa Igreja de realizar a sua missão:
2. Que nossos governantes reconheçam que vós estais ao lado daqueles que lutam pela paz:
3. Que nossos irmãos sofredores saibam ver a vossa presença em todas situações:
4. Que nossas muralhas pessoais sejam derrubadas e possamos glorificá-lo:
Pres: Pai, vossos filhos trazem nessa noite suas muralhas pessoais, suas dores, seus sofrimentos, suas angústias, pelo nome de vosso Filho, vos pedimos que aceiteis estas nossas preces e possa atende-las. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
CANTO DE OFERTÓRIO
VIM ATÉ AQUI
DERRAMAR O MEU PASSADO EM TI
VIM BANHAR OS PÉS QUE ANDARAM POR AÍ
SEM CARINHO RECEBER
HOJE ESTOU AQUI
NÃO PORQUE MEREÇO, EU SEI
POIS TU SABES POR ONDE EU ANDEI
CONHECES BEM O MEU PERFUME
MAS TU SABES TAMBÉM
QUE O MEU CHORO É SINCERO PORÉM
NÃO TENHO NADA A OFERECER, MEU SENHOR
MAS TE DOU A MINHA VIDA
É TUDO QUE TENHO
RECEBE O MEU NADA
REFAZ A MORADA
HABITA EM MIM
ME PEGA EM TEU COLO
ME ACALMA EM TEU PEITO
SOU TEU SOU ELEITO
E A MINHA ESSÊNCIA É EXALAR TEU CHEIRO
OFERTÓRIO
17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.
19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
20. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corporal.
22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
Pres: Ó Pai, ao comemorarmos por este sacrifício o martírio de são Bernardo e seus companheiros tornai-nos dignos de anunciar a morte do vosso Filho, que não só exortou os mártires com sua palavra, mas os fortaleceu com seu exemplo. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
PREFÁCIO DOS MÁRTIRES
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pelos vossos mártires, Bernardo e seus companheiros, que confessaram o vosso nome e derramaram seu sangue como Cristo, manifestais vosso admirável poder. Vossa misericórdia sustenta a fragilidade humana e nos dá coragem para sermos as testemunhas de Jesus Cristo, vosso filho e Senhor nosso. Enquanto esperamos a glória eterna, com todos os vossos anjos e santos, nós vos aclamamos, cantando (dizendo) a uma só voz...
Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pelos vossos mártires, Bernardo e seus companheiros, que confessaram o vosso nome e derramaram seu sangue como Cristo, manifestais vosso admirável poder. Vossa misericórdia sustenta a fragilidade humana e nos dá coragem para sermos as testemunhas de Jesus Cristo, vosso filho e Senhor nosso. Enquanto esperamos a glória eterna, com todos os vossos anjos e santos, nós vos aclamamos, cantando (dizendo) a uma só voz...
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
102. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.
103. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!
O sacerdote une as mãos.
104. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
Toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
105. Então prossegue:
Do mesmo modo, ao fim da ceia,
Toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz genuflexão para adorá-lo.
106. Em seguida, diz:
Eis o mistério da fé!
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
107. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres: E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
Ass: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa Paulo e todos os ministros do vosso povo.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
2C: Lembrai-vos também dos nossos irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa fhace.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
2C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a virgem Maria, mãe de Deus, com os santos apóstolos, com os proto-mártires franciscanos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos!
108. Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!
ORAÇÃO DO SENHOR
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo,pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Felizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro.
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
CANTO DE COMUNHÃO
QUANDO VOU AO TEU ENCONTRO
RECEBER TEU CORPO SANTO
SINTO FORTE TUA PRESENÇA EM MIM
TEU AMOR A ME TOCAR
PODES TOCAR EM MIM, SENHOR
PODES CURAR A MINHA DOR
PODES VIVER EM MIM, SENHOR
PODES TOCAR EM MIM, SENHOR
PODES CURAR A MINHA DOR
PODES VIVER EM MIM, SENHOR
TEU CORPO SANTO, A ME TOCAR
COM O TEU PODER A ME CURAR
TODA MINHA VIDA TRANSFORMAR
ALGO INVADE O MEU CORAÇÃO
TEU CORPO E SANGUE ME CURANDO
SINTO, JÁ NÃO SOU IGUAL
TODO O MEU SER SE RENOVANDO
PODES TOCAR EM MIM, SENHOR
PODES CURAR A MINHA DOR
PODES VIVER EM MIM, SENHOR
PODES TOCAR EM MIM, SENHOR
PODES CURAR A MINHA DOR
PODES VIVER EM MIM, SENHOR
TEU CORPO SANTO, A ME TOCAR
COM O TEU PODER A ME CURAR
TODA MINHA VIDA TRANSFORMAR
COMUNHÃO
Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
CANTO DE LOUVOR
AMAR-TE MAIS QUE A MIM MESMO
AMAR-TE MAIS QUE TUDO QUE HÁ AQUI
AMAR-TE MAIS QUE AOS MAIS QUERIDOS
AMAR-TE E DAR A VIDA SÓ POR TI
AMAR-TE MAIS QUE A MIM MESMO
AMAR-TE MAIS QUE TUDO QUE HÁ AQUI
AMAR-TE MAIS QUE AOS MAIS QUERIDOS
AMAR-TE E DAR A VIDA SÓ POR TI
COM MINHAS FORÇAS
COM MINHA ALMA, DE TODO CORAÇÃO
VIVEREI EU, SÓ PRA TE AMAR
AMAR-TE,
AMAR-TE
AMAR-TE E DAR A VIDA SÓ POR TI
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
55. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Tendo participado da Eucaristia, nós vos pedimos, ó Deus, que a exemplo dos mártires são Bernardo e seus companheiros, possamos trazer no coração os sinais do amor e da paixão do vosso Filho e saborear constantemente os frutos da vossa paz. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass: Amém.
EXPOSIÇÃO DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO
O Diácono ou um concelebrante expõe o Santíssimo no ostensório e coloca em seu trono. Enquanto isso canta-se:
TEM COISAS QUE PARECEM NÃO TER SAÍDA
SÓ VEJO ESCURIDÃO
TUDO PARECE DESMORONAR
ME SINTO FRACO PERCO A VISÃO
DE QUE TUA MÃO
SEMPRE ESTÁ A MIM GUIAR
ERGO MINHAS MÃOS A TI
ERGO O MEU CLAMOR
TE ENTREGO MINHA DOR
EU NÃO DESISTIREI
MEU DESESPERO VAI ACALMAR
MINHAS FERIDAS VAI SARAR
ESCUTA MINHA VOZ
PRECISO DE TI
O DEUS DO IMPOSSÍVEL
O DEUS DO IMPOSSÍVEL
ELE ESTÁ NESTE LUGAR
ELE ESTÁ NESTE LUGAR
REFLEXÃO
Neste momento Dom Daniel, que é o pároco, fará o momento de oração.
Depois, vai se cantar:
O MAR VAI SE ABRIR
PELO NOME
A IGREJA ATRAVESSAR
PELO NOME
DE PÉS ENXUTOS VÃO ESTAR
PELO NOME
PELO NOME DE JESUS
AS MURALHAS VÃO CAIR
PELO NOME
O INFERNO ESTREMECER
PELO NOME
TODO MAL VAI SUCUMBIR
PELO NOME
PELO NOME DE JESUS
PELO NOME DE JESUS
CANTA IGREJA, UMA NOVA CANÇÃO
E RECEBE DO ESPIRITO UMA NOVA UNÇÃO
CANTA IGREJA, UMA NOVA CANÇÃO
E RECEBE DO ESPIRITO UMA NOVA UNÇÃO
TÃO SUBLIME
TÃO SUBLIME SACRAMENTO ADOREMOS NESTE ALTAR,
POIS O ANTIGO TESTAMENTO DEU AO NOVO O SEU LUGAR.
VENHA A FÉ POR SUPLEMENTO OS SENTIDOS COMPLETAR.
AO ETERNO PAI CANTEMOS A JESUS, O REDENTOR,
AO ESPÍRITO EXALTEMOS, NA TRINDADE ETERNO AMOR.
AO DEUS UNO E TRINO DEMOS A ALEGRIA DO LOUVOR.
AMÉM!
Pres: Do céu lhes destes o pão.
Ass: Que contém todo o sabor.
Pres: Oremos. Senhor, que, neste admirável sacramento, nos deixastes o memorial de vossa paixão, concedei-nos a graça de venerar de tal modo os sagrados mistérios de vosso corpo e sangue, que possamos experimentar sempre em nós o fruto de vossa redenção. Vós que viveis e reinais com o Pai e o Espírito Santo.
Ass: Amém.
Ass: Que contém todo o sabor.
Pres: Oremos. Senhor, que, neste admirável sacramento, nos deixastes o memorial de vossa paixão, concedei-nos a graça de venerar de tal modo os sagrados mistérios de vosso corpo e sangue, que possamos experimentar sempre em nós o fruto de vossa redenção. Vós que viveis e reinais com o Pai e o Espírito Santo.
Ass: Amém.
JESUS CAMINHA NO MEIO DO SEU POVO
O Santo Padre, ou um concelebrante, pega o ostensório e caminha entre o povo, permitindo que todos adorem o Santíssimo Sacramento enquanto canta-se:
ME CONTARAM QUE O SENHOR IA PASSAR
E QUE HAVIA UMA CHANCE DE EU PODER ENXERGAR
ME DISSERAM QUE TINHAS PODER
PRA RESSUSCITAR E FAZER O PARALÍTICO ANDAR
RENASCEU DENTRO DE MIM A FÉ
QUE HÁ MUITO EU JÁ NÃO TINHA
EU SENTI MEU CORAÇÃO ARDER
E EU GRITEI PARA O SENHOR ME RESPONDER
JESUS, FILHO DE DAVI, ME CURA
ÉS O SANTO DE ISRAEL
DIANTE DE TI A TEMPESTADE SE CALA
MEU DEUS HONRA A MINHA FÉ
BÊNÇÃO DO SANTÍSSIMO
Estando todo o povo de joelhos, o Santo Padre diz, com o ostensório nas mãos:
Pres: Sobre vós, sobre vossas muralhas, sobre vossos pedidos, sobre vossas famílias, sobre a Igreja Católica, sobre aqueles que necessitam, sobre os pecadores, sobre a Diocese de Roma, sobre todo o mundo desça a benção de Deus todo-poderoso: Pai + e Filho + e Espírito + Santo.
Ass: Amém.
O Santo Padre depõe o ostensório no altar e a hóstia é retirada dele, enquanto canta-se.
Depois, estando tudo em seu devido lugar, diz-se a despedida:
Glorificai ao Senhor com vossa vida. Ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus!
CANTO FINAL

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