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sexta-feira, 18 de setembro de 2020

LIVRETO - Missa em hora a Santo Oscar Romero

 


ELEVAÇÃO CANÔNICA
DA IGREJA DA SAGRADA FAMÍLIA
À BASÍLICA MENOR
MEMÓRIA DE SANTO OSCAR ROMERO

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

CANTO DE ENTRADA

VENHAM TODOS CANTEMOS
UM CANTO QUE NASCE NA TERRA
CANTO NOVO DE PAZ E ESPERANÇA
EM TEMPO DE GUERRA
NESTE INSTANTE HÁ INOCENTES
TOMBANDO NAS MÃOS DE TIRANOS
TOMAR TERRA, TER LUCROS MATANDO
SÃO ESSES SEUS PLANOS

LAVRADORES, RAIMUNDO, JOSÉ, MARGARIDA, NATIVO
ASSUMIR SUA LUTA E SEU SONHO
POR NÓS É PRECISO
HAVEREMOS DE HONRAR
TODO AQUELE QUE CAIU LUTANDO
CONTRA OS MUROS E CERCAS DA MORTE
JAMAIS RECUANDO

EIS O TEMPO DE GRAÇA
EIS O DIA DA LIBERTAÇÃO
DE CABEÇAS ERGUIDAS
DE BRAÇOS UNIDOS IRMÃOS
HAVEREMOS DE VER QUALQUER DIA
CHEGANDO A VITÓRIA
O POVO NAS RUAS
FAZENDO A HISTÓRIA
CRIANÇAS SORRINDO EM TODA A NAÇÃO

SAUDAÇÃO
2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai, do Filho e dho Espírito Santo.
Ass: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:

Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

ATO PENITENCIAL
Pres: Reconheçamos as nossas culpas para celebrar dignamente os santos mistérios.

Pres: Senhor, que viestes salvar os corações arrependidos, tende piedade de nós. 
Ass: Senhor, tende piedade de nós. 

Pres: Cristo, que viestes chamar os pecadores, tende piedade de nós. 
Ass: Cristo, tende piedade de nós. 

Pres: Senhor, que intercedeis p nós junto do Pai, tende piedade de nós. 
Ass: Senhor, tende piedade de nós.

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres: Deus Todo-Poderoso tenha compaixão de nós perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.

ORAÇÃO DO DIA
6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: 
Oremos.E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
Deus onipotente e misericordioso, destes a Santo Oscar Romero superar as torturas do martírio. Concedei que, celebrando o dia do seu triunfo, passemos invictos por entre as ciladas do inimigo, graças a vossa proteção. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.




PRIMEIRA LEITURA
7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
 (Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação).

Leitura do segundo livro de Samuel.
O rei Davi veio apresentar-se ao Senhor e disse-lhe: Quem sou eu, Senhor Javé, e quem é a minha família, para que me tenhais trazido até aqui?
E como se isso parecesse pouco aos vossos olhos, Senhor Javé, fizestes promessas à casa de vosso servo, para tempos futuros! Acaso isso é normal para o homem, Senhor Javé?
Estabelecestes solidamente o vosso povo de Israel, para ser eternamente o vosso povo, e vós vos tornastes o seu Deus, ó Senhor.
E agora, Senhor Deus, cumpri para sempre a promessa que fizestes a respeito do vosso servo e da sua casa, e fazei como dissestes.
Então será para sempre exaltado o vosso nome, e dirão: o Senhor dos exércitos é o Deus de Israel. E permaneça estável diante do vós a casa de vosso servo Davi.
Porque vós mesmo, ó Senhor dos exércitos, fizestes ao vosso servo esta revelação: eu te construirei uma casa. Por isso o vosso servo atreveu-se a dirigir-vos esta prece.
Agora, ó Senhor Javé, vós sois Deus, e vossas palavras são a mesma verdade. Pois que prometestes ao vosso servo esta graça,
abençoai desde agora a sua casa, para que ela subsista para sempre diante de vós; porque sois vós, Senhor Javé, que falastes, e graças à vossa bênção a casa de vosso servo será abençoada para sempre.

Palavra do Senhor.
Ass: Graças a Deus.

RESPONSÓRIO
O Senhor vai dar-lhe o trono de seu pai, o rei Davi.


- Recordai-vos, ó Senhor, do rei Davi
e de quanto vos foi ele dedicado;
do juramento que ao Senhor havia feito
e de seu voto ao poderoso de Jacó.

- "Não entrarei na minha tenda, minha casa,
nem subirei à minha cama em que repouso,
não deixarei adormecerem os meus olhos
nem cochilarem em descanso minhas pálpebras,
até que eu ache um lugar para o Senhor,
uma casa para o forte de Jacó!"

CLAMAÇÃO AO EVANGELHO
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
Vossa palavra é uma luz para os meus passos e uma lâmpada luzente em meu caminho.

11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

Diác:
 Dá-me a tua bênção.O sacerdote diz em voz baixa:

Pres: 
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e dho Espírito Santo.
Diác: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;

Pres: 
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:

Diác ou Sac: 
O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:

Diác ou Sac: 
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos.
Ass: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Naquele tempo, dizia-lhes Jesus ainda: "Traz-se porventura a candeia para ser colocada debaixo do alqueire ou debaixo da cama? Não é para ser posta no candeeiro?
Porque nada há oculto que não deva ser descoberto, nada secreto que não deva ser publicado.
Se alguém tem ouvidos para ouvir, que ouça".
Ele prosseguiu: "Atendei ao que ouvis: com a medida com que medirdes, vos medirão a vós, e ainda se vos acrescentará.
Pois, ao que tem, se lhe dará; e ao que não tem, se lhe tirará até o que tem".
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: 
Palavra da Salvação.
Ass: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA
14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

CANTO DE OFERTÓRIO
NESTA MESA DA IRMANDADE
A NOSSA COMUNIDADE
SE OFERECE A TI, SENHOR
NOSSO SONHO E NOSSA LUTA
NOSSA FÉ, NOSSA CONDUTA
TE ENTREGAMOS COM AMOR

NOVO JEITO DE SERMOS IGREJA
NÓS BUSCAMOS, SENHOR, NA TUA MESA (BIS)

NESTE PÃO TE OFERECEMOS OS MUTIRÕES QUE
FAZEMOS, A PARTILHA E A PRODUÇÃO. NESTE
VINHO A ALEGRIA, QUE FLORESCE CADA DIA, DENTRO
DE NOSSA UNIÃO

NOVO JEITO DE SERMOS IGREJA
NÓS BUSCAMOS, SENHOR, NA TUA MESA (BIS)


NESTA BÍBLIA BEM ABERTA, ENCONTRAMOS A LUZ
CERTA, PARA AQUI TE OFERECER. ELA REÚNE O TEU
POVO NA BUSCA DE UM MUNDO NOVO, ONDE OS

POBRES VÃO VIVER

OFERTÓRIO
17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.

19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.

Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:

Ass: Bendito seja Deus para sempre!

20. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:

Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.

Ass: Bendito seja Deus para sempre!

Coloca o cálice sobre o corporal.

22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:

De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.


ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:


Pres:  Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
Pres: Santificai, ó Deus, com a vossa bênção, as nossas oferendas e acendei em nós o fogo do vosso amor, que levou são Oscar Romero, a vencer os tormentos do martírio. Por Cristo, nosso Senhor.

Ass: Amém.



PREFÁCIO DOS MÁRTIRES
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.

Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pelo mártir Oscar Romero,  que confessou o vosso nome e derramou seu sangue como Cristo, manifestais vosso admirável poder. Vossa misericórdia sustenta a fragilidade humana e nos dá coragem para sermos as testemunhas de Jesus Cristo, vosso filho e Senhor nosso. Enquanto esperamos a glória eterna, com todos os vossos anjos e santos, nós vos aclamamos, dizendo a uma só voz...
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!


ORAÇÃO EUCARÍSTICA V
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Senhor, vós que sempre quisestes ficar muito perto de nós, vivendo conosco no Cristo, falando conosco por ele, 
Une as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:
mandai vosso Espírito Santo, 
Une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que as nossas ofertas se mudem no Corpo + e no Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.

Ass: Mandai vosso Espírito Santo!

Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na noite em que ia ser entregue, ceando com seus apóstolos, 
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar,inclina-se levemente, e prossegue:
Jesus tendo o pão em suas mãos, 
Eleva os olhos
olhou para o céu e deu graças, partiu o pão e o entregou a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

Então prossegue:
Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

Em seguida diz:
Tudo isto é mistério da fé!

Ass: Toda vez que se come deste pão, toda vez que se bebe deste vinho, se recorda a paixão de Jesus Cristo e se fica esperando sua volta!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Recordamos, ó Pai, neste momento, a paixão de Jesus, nosso Senhor, sua ressurreição e ascensão; nós queremos a vós oferecer este pão que alimenta e que dá vida, este vinho que nos salva e dá coragem.

Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

O sacerdote, de braços abertos, continua:
Pres: E, quando recebermos pão e vinho, o Corpo e Sangue dele oferecidos, o Espírito nos una num só corpo, para sermos um só povo em seu amor.

Ass: O Espírito nos uma num só corpo!

1C: Protegei vossa Igreja que caminha nas estradas do mundo rumo ao céu, cada dia renovando a esperança de chegar junto a vós, na vossa paz.

Ass: Caminhamos na estrada de Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, continua:
2C: Daí ao santo padre, o papa Paulo, ser bem firme na fé, na caridade, e a Pablo, que é bispo desta Igreja, muita luz para guiar o seu rebanho.

Ass: Caminhamos na estrada de Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, continua:
3C: Esperamos entrar na vida eterna com a virgem, mãe de Deus e da Igreja, São José seu esposo, os apóstolos e todos os santos, que na vida souberam amar Cristo e seus irmãos.

Ass: Esperamos entrar na vida eterna!

O sacerdote, de braços abertos, continua:
4C: A todos os que chamastes para outra vida na vossa amizade e aos marcados com o sinal da fé, abrindo vossos braços, acolhei-os. Que vivam para sempre bem felizes no reino que para todos preparastes.

Ass: A todos dai a luz que não se apaga!

O sacerdote, de braços abertos, continua:
Pres: E a nós, que agora estamos reunidos e somos povo santo e pecador, dai força para construirmos juntos o vosso reino, que também é nosso.
Ergue o cálice e a patena com a hóstia dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!

ORAÇÃO DO SENHOR
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.

FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo,pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Felizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro.
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.


CANTO DE COMUNHÃO

SE CALAREM A VOZ DOS PROFETAS
AS PEDRAS FALARÃO
SE FECHAREM OS POUCOS CAMINHOS
MIL TRILHAS NASCERÃO

MUITO TEMPO NÃO DURA A VERDADE
NESTAS MARGENS ESTREITAS DEMAIS
DEUS CRIOU O INFINITO PRA VIDA SER SEMPRE MAIS

É JESUS ESTE PÃO DE IGUALDADE
VIEMOS PRA COMUNGAR
COM A LUTA SOFRIDA DE UM POVO
QUE QUER, TER VOZ, TER VEZ, LUGAR
COMUNGAR É TORNAR-SE UM PERIGO
VIEMOS PRA INCOMODAR
COM A FÉ E A UNIÃO NOSSOS PASSOS UM DIA VÃO CHEGAR

O ESPÍRITO É VENTO INCESSANTE
QUE NADA HÁ DE PRENDER
ELE SOPRA ATÉ NO ABSURDO, QUE A GENTE NÃO QUER VER
MUITO TEMPO NÃO DURA A VERDADE
NESTAS MARGENS ESTREITAS DEMAIS
DEUS CRIOU O INFINITO PRA VIDA SER SEMPRE MAIS

NO BANQUETE DA FESTA DE UNS POUCOS
SÓ RICO SE SENTOU
NOSSO DEUS FICA AO LADO DOS POBRES
COLHENDO O QUE SOBROU
MUITO TEMPO NÃO DURA A VERDADE
NESTAS MARGENS ESTREITAS DEMAIS
DEUS CRIOU O INFINITO PRA VIDA SER SEMPRE MAIS

O PODER TEM RAÍZES NA AREIA
O TEMPO FAZ CAIR
UNIÃO É A ROCHA QUE O POVO USOU PRA CONSTRUIR
MUITO TEMPO NÃO DURA A VERDADE
NESTAS MARGENS ESTREITAS DEMAIS
DEUS CRIOU O INFINITO PRA VIDA SER SEMPRE MAIS

CANTO DA LIBERTAÇÃO


MINHA FORÇA E MEU CANTO É O SENHOR!

SALVAÇÃO ELE SE FEZ PARA MIM!


CANTEMOS A DEUS QUE NOS LIBERTOU
DAS MÃOS DO INIMIGO DOS PÉS DO OPRESSOR!

CANTEMOS A DEUS QUE NOS LIBERTOU. CAVALOS
A CARROS NO MAR AFOGOU!

CANTEMOS A DEUS QUE NOS LIBERTOU.
SOLDADOS E CHEFES VENCIDOS DEIXOU!

CANTEMOS A DEUS QUE NOS LIBERTOU. NO
LONGO DESERTO COM A GENTE ELE ANDOU!

CANTEMOS A DEUS QUE NOS LIBERTOU. NA FOME
E NA SEDE NOS ALIMENTOU!

CANTEMOS A DEUS QUE NOS LIBERTOU. A LEI DA
JUSTIÇA PRA NÓS ENSINOU!

CANTEMOS A DEUS QUE NOS LIBERTOU. A TERRA
BENDITA A NÓS ENTREGOU!

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
55. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Ó Deus, que estes sagrados mistérios nos concedam a fortaleza de ânimo que levou vosso mártir são Oscar Romero, a vos servir fielmente e a vencer o martírio. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:

Ass: Amém.



BÊNÇÃO FINAL
68. Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
69. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
O sacerdote diz:
Inclinai-vos para receber a bênção.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai + e Filho + e Espírito Santo+.
Ass: Amém.

70. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus.

71. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.

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