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sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Livreto - Romaria da Amazônia

                                Resultado de imagem para Romaria em Fátima Portugal

Chegando a comissão da Prelazia da Amazônia na Praça Maria, Mãe de Deus, é acolhida pelo Reitor da Basílica.

Após a saudação, em procissão adentram a capela das aparições, cantando.


A TREZE DE MAIO NA COVA DA IRIA
NO CÉU APARECE A VIRGEM MARIA

AVE, AVE, AVE MARIA
AVE, AVE, AVE MARIA

HÁ TRÊS PASTORINHOS CERCADA DE LUZ
VISITA A MARIA, MÃE DE JESUS

AVE, AVE, AVE MARIA
AVE, AVE, AVE MARIA

A MÃE VEM PEDIR CONSTANTE ORAÇÃO
POIS SÓ DE JESUS NOS VEM A SALVAÇÃO

AVE, AVE, AVE MARIA
AVE, AVE, AVE MARIA

Chegando a Capela, inicia-se com a saudação.

Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.

O sacerdote, voltado ao povo e abrindo os braços, saúda-o.

 A vós irmãos, graça e paz da parte de Jesus Cristo, nosso Senhor.

Se responde:
Ass: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

Terminada a saudação o reitor da Basílica acolhe a toda romaria.
Logo após o Bispo Prelado também usará da palavra.
Encerrando esses momentos inicia-se o Angelus.

O Anjo do Senhor anunciou a Maria.

R: e ela concebeu do Espírito Santo.

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém

Eis aqui a serva do Senhor.
R: Faça-se em mim segundo a vossa palavra.

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém

e o Verbo se fez carne.
R: E habitou entre nós.

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém

Rogai por nós, Santa Mãe de Deus.
R: Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Oremos:
Derramai, ó Deus, a vossa graça em nossos corações, para que, conhecendo, pela mensagem do Anjo, a encarnação do Cristo, vosso Filho, cheguemos, por sua paixão e cruz, à glória da ressurreição pela intercessão da Virgem Maria.Pelo mesmo Cristo, Senhor Nosso. Amém

Acabando o Angelus todos são convidados e ofertar flores a Maria.


VINDE, VAMOS TODOS
COM FLORES À PORFIA
COM FLORES A MARIA
QUE MÃE NOSSA É
COM FLORES A MARIA
QUE MÃE NOSSA É

DE NOVO AQUI DEVOTOS
Ó VIRGEM MÃE DE DEUS
ESTÃO OS FILHOS TEUS
PROSTRADOS A TEUS PÉS

A OFERECER-TE VIMOS
FLORES DO MÊS ELEITO
COM QUANTO AMANTE PEITO
SENHORA, TU VÊS

MAS O QUE MAIS TE AGRADA
DO QUE O LÍRIO E A ROSA
RECEBE Ó MÃE PIEDOSA
O NOSSO CORAÇÃO

EM TROCA TE PEDIMOS
DEFENDE-NOS, SENHORA
AGORA E NA ÚLTIMA HORA
TUA POTENTE MÃO

Durante a oferta das flores todos se paramentam, e formam a procissão.
Com estas palavras o celebrante convida.

Pres: Vamos em paz ao encontro de Jesus na eucaristia.

Em procissão todos se dirigem a basílica.


SOBRE OS BRAÇOS DA AZINHEIRA
TU VIESTE, Ó MÃE CLEMENTE
VISITAR A LUSA GENTE,
DE QUEM ÉS PADROEIRA.

AVE, AVE, AVE MÃE CELESTIAL
AVE, AVE, AVE, CANTA PORTUGAL!

FOI NA COVA DA IRIA
QUANDO O TERÇO TE REZAVAM,
QUANDO OS SINOS CONVIDAVAM
A ORAR , ERA MEIO-DIA.


QUE DESCESTE LÁ DOS CÉUS
A FALAR AOS PASTORINHOS,
INOCENTES POBREZINHOS,
MÃE DOS HOMENS, MÃE DE DEUS.

PENITÊNCIA, ORAÇÃO,
SE FIZESSE, LHES PEDIAS;
DO ROSÁRIO QUE TRAZIAS,
MAIS PEDISTE A DEVOÇÃO.

SEJA POIS O SANTO TERÇO,
DO CÉU QUERIDA ORAÇÃO;
TERNA E VIVA DEVOÇÃO
QUE TE OFERTE O LUSO BERÇO.

SANTA MISSA

Resultado de imagem para Imagens de São Francisco e Santa Jacinta marto

Chegando a Basílica, os concelebrantes e o celebrante beijam o altar e tomam seus lugares.

O sacerdote convida os fiéis à penitência.

Pres: De coração contrito e humilde, aproximemo-nos do Deus justo e santo, para que tenha piedade de nós pecadores.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:

Pres: Tende compaixão de nós, Senhor.
Ass: Porque somos pecadores.

Pres: Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
Ass: E dai-nos a vossa salvação.

Segue-se a absolvição:

Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.

Segue-se as invocações:

Pres: Senhor, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.

Pres: Cristo, tende piedade de nós.
Ass: Cristo, tende piedade de nós.

Pres: Senhor, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.

De mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: OREMOS.

E todos oram em silêncio por um tempo.
Então, o sacerdote abrindo os braços reza a oração conforme abaixo em Oração da Coleta.

Ó Deus, só vós sois santo e sem vós ninguém pode ser bom. Pela intercessão de São Francisco e Santa Jacinta Marto, dai-nos viver de tal modo, que não sejamos despojados da vossa glória. Por nosso Senhor, Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA

O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura da Carta de São Tiago.
Meus irmãos, na vossa fé em nosso glorioso Senhor Jesus Cristo, guardai-vos de toda consideração de pessoas.
Suponde que entre na vossa reunião um homem com anel de ouro e ricos trajes, e entre também um pobre com trajes gastos;
se atenderdes ao que está magnificamente trajado, e lhe disserdes: "Senta-te aqui, neste lugar de honra", e disserdes ao pobre: "Fica ali de pé", ou: "Senta-te aqui junto ao estrado dos meus pés",
não é verdade que fazeis distinção entre vós, e que sois juízes de pensamentos iníquos?
Ouvi, meus caríssimos irmãos: porventura não escolheu Deus os pobres deste mundo para que fossem ricos na fé e herdeiros do Reino prometido por Deus aos que o amam?
Mas vós desprezastes o pobre! Não são porventura os ricos os que vos oprimem e vos arrastam aos tribunais?
Não blasfemam eles o belo nome que trazeis?
Se cumprirdes a lei régia da Escritura: Amarás o teu próximo como a ti mesmo, sem dúvida fazeis bem.
Mas se vos deixais levar por distinção de pessoas, cometeis uma falta e sereis condenados pela lei como transgressores.
Palavra do Senhor.
Ass: Graças a Deus!

O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
Este infeliz gritou a Deus e foi ouvido!

Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo,

seu louvor estará sempre em minha boca.

Minha alma se gloria no Senhor;
que ouçam os humildes e se alegrem!



Comigo engrandecei ao Senhor Deus,

exaltemos todos juntos o seu nome!

Todas as vezes que o busquei, ele me ouviu,
e de todos os temores me livrou.



Contemplai a sua face e alegrai-vos,

e vosso rosto não se cubra de vergonha!

Este infeliz gritou a Deus e foi ouvido,
e o Senhor o libertou de toda angústia.

Segue-se o Aleluia.

Aleluia, aleluia, aleluia.
Senhor, tuas palavras são espírito, são vida; só tu tens palavras de vida eterna!

Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Diác: Amém.

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:

Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:

Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos.
Ass: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Jesus saiu com os seus discípulos para as aldeias de Cesaréia de Filipe, e pelo caminho perguntou-lhes: “Quem dizem os homens que eu sou?”
Responderam-lhe os discípulos: “João Batista; outros, Elias; outros, um dos profetas”.
Então perguntou-lhes Jesus: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Respondeu Pedro: “Tu és o Cristo”.
E ordenou-lhes severamente que a ninguém dissessem nada a respeito dele.
E começou a ensinar-lhes que era necessário que o Filho do homem padecesse muito, fosse rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e pelos escribas, e fosse morto, mas ressuscitasse depois de três dias.
E falava-lhes abertamente dessas coisas. Pedro, tomando-o à parte, começou a repreendê-lo.
Mas, voltando-se ele, olhou para os seus discípulos e repreendeu a Pedro: “Afasta-te de mim, Satanás, porque teus sentimentos não são os de Deus, mas os dos homens”.
Palavra da Salvação.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:

Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
Ass: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:

Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

LITURGIA EUCARÍSTICA

Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.


CANTEMOS, ALEGRES, A UMA SÓ VOZ:
FRANCISCO E JACINTA ROGAI POR NÓS
SALVE, SALVE, PASTORINHOS
NOSSO ENCANTO E ALEGRIA
SALVE, SALVE, PASTORINHOS
PREDILETOS DE MARIA

VOSSOS OLHOS INOCENTES
CONTEMPLARAM A SENHORA
DOS SEUS FILHOS PEREGRINOS
CARINHOSA PROTETORA
SACRIFÍCIO E ORAÇÃO
FOI A VOSSA VIDA INTEIRA
AO CONVITE MATERNAL
DA SENHORA DA AZINHEIRA

PRATICANDO A CARIDADE
ENTREGÁVEIS COM CARINHO
A MERENDA QUE LEVÁVEIS
AO PRIMEIRO POBREZINHO

CAMINHANTES NESTE MUNDO
AJUDAI-NOS, CADA DIA
A VIVER SEMPRE SEGUROS
SOB O MANTO DE MARIA

A SENHORA DO ROSÁRIO
PELA VOSSA INTERCESSÃO
ABENÇOE O SANTO PADRE
E NOS LEVE À CONVERSÃO

Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

Coloca o cálice sobre o corporal.

O sacerdote, inclinado, reza em silêncio.

Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio.

No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:


Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.


Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.

Concedei-nos, Deus todo-poderoso, que a nossa humilde oferenda, honrando os vossos santos, vos seja agradável e nos purifique de todo pecado. Por Cristo, nosso Senhor. 

Ass: Amém.

Prefácio dos Santos I
A glória dos santos
Oração Eucarística III

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.

Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso. Na assembléia dos santos, vós sois glorificado e, coroando seus méritos, exaltais vossos próprios dons. Nos vossos santos e santas ofereceis um exemplo para a nossa vida, a comunhão que nos une, a intercessão que nos ajuda. Assistidos por tão grande testemunhas, possamos correr, com perseverança, no certame que nos é proposto e receber com eles a coroa imperecível, por Cristo, Senhor nosso. Enquanto esperamos a glória eterna, com os anjos e com todos os santos, nós vos aclamamos, dizendo a uma só voz...

Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! 
O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! 
Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, vós sois santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir o vosso povo, para que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr-do-sol, um sacrifício perfeito.
Ass: Santificai e reuni o vosso povo!

Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Pres: Por isso, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas, 
Une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, que nos mandou celebrar este mistério.
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!

Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na noite em que ia ser entregue, 
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar,inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

Então prossegue:
Do mesmo modo, ao fim da ceia, 
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente e o deu a seus discípulos.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

Em seguida, diz:
Eis o mistério da fé!
Ass: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

 O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando agora, ó Pai, a memória do vosso Filho, da sua paixão que nos salva, da sua gloriosa ressurreição e da sua ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício de vida e santidade.
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres: Olhai com bondade a oferenda da vossa Igreja, reconhecei o sacrifício que nos reconcilia convosco e concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, sejamos repletos do Espírito Santo e nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
Ass:  Fazei de nós um só corpo e um só espírito!
1C: Que ele faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a vida eterna com os vossos santos: a virgem Maria, mãe de Deus, são José, seu esposo, os vossos apóstolos e mártires, São Francisco e Santa Jacinta Marto e de todos os santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
Ass:  Fazei de nós um perfeita oferenda!
2C: E agora, nós vos suplicamos, ó Pai, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja, enquanto caminha neste mundo: o vosso servo o papa Paulo IV, com os bispos do mundo inteiro, o clero e todo o povo que conquistastes.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória, 
Une as mãos
por Cristo, Senhor nosso.
Ass:  A todos saciai com vossa glória!
3C: Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!

RITO DA COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres:  Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Aquele que me serve, diz o Senhor, deve seguir-me. E onde eu estiver estará o meu servidor.
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.


BEM-AVENTURADOS
SÃO TODOS OS SANTOS
BEM-AVENTURADO
QUEM BUSCA A SANTIDADE
ETERNAMENTE
BEM-AVENTURADOS

OS POBRES DE ESPÍRITO
QUEM CONSTRÓI COMUNIDADE
PARA QUEM SEU DEUS É TUDO
É VALOR ABSOLUTO

AQUELE QUE É AFLITO
COM AS DORES DO DESPREZADO
TODO AQUELE QUE É MANSO
QUER OS POVOS APAZIGUADOS

QUEM TEM MISERICÓRDIA
COMPREENDE OS LIMITADOS
QUEM PERDOA SEMPRE E SEMPRE
E CONSOLA OS CANSADOS

O PURO DE CORAÇÃO
QUE NO BEM SEMPRE ACREDITA
QUEM É RETO NA INTENÇÃO
E SINCERO COM SEU IRMÃO

Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.

O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

MINH'ALMA DÁ GLÓRIAS AO SENHOR
MEU CORAÇÃO BATE ALEGRE E FELIZ
OLHOU PARA MIM COM TANTO AMOR
QUE ME ESCOLHEU, ME ELEGEU E ME QUIS
E DE HOJE EM DIANTE EU JÁ POSSO PREVER
TODOS OS POVOS VÃO ME BENDIZER
O PODEROSO LEMBROU-SE DE MIM, SANTO É SEU NOME SEM FIM

O POVO DÁ GLÓRIAS AO SENHOR, SEU CORAÇÃO BATE ALEGRE E FELIZ
MARIA CARREGA O SALVADOR PORQUE DEUS FAZ, SEMPRE CUMPRE O QUE DIZ
E QUANDO OS POVOS ACEITAM LEI PASSA DE PAI PARA FILHO SEU DOM
DAS GERAÇÕES ELE É MAIS DO QUE REI, ELE É DEUS PAI, ELE É BOM

MINH'ALMA DÁ GLÓRIAS AO SENHOR
MEU CORAÇÃO BATE ALEGRE E FELIZ
OLHOU PARA MIM COM TANTO AMOR
QUE ME ESCOLHEU, ME ELEGEU E ME QUIS
O ORGULHOSO ELE SABE DOBRAR, O PODEROSO ELE SABE ENFRENTAR
O POBREZINHO ELE DEFENDERÁ, NÃO NOS ABANDONARÁ

O POVO DÁ GLÓRIAS AO SENHOR, SEU CORAÇÃO BATE ALEGRE E FELIZ
MARIA CARREGA O SALVADOR PORQUE DEUS FAZ, SEMPRE CUMPRE O QUE DIZ
QUEM TEM DEMAIS QUALQUER DIA VAI VER O QUE É TER FOME E NÃO TER PRA COMER
QUEM PASSA FOME COMIDA TERÁ, EIS QUE A JUSTIÇA VIRÁ

MINH'ALMA DÁ GLÓRIAS AO SENHOR
MEU CORAÇÃO BATE ALEGRE E FELIZ
MEU POVO JÁ SENTE O SEU AMOR, ELE PROMETE, ELE CUMPRE O QUE DIZ
AOS NOSSOS PAIS ELE UM DIA JUROU
ELE É FIEL E JAMAIS ENGANOU, ESTAMOS PERTO DA ERA DO AMOR
BENDITO SEJA O SENHOR

De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração ''Depois da comunhão''.
Ó Deus, que no aniversário dos Santos, nos alimentais com o vosso sacramento, dai-nos ghozar eternamente destes bens que por vossa graça recebemos. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.

Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
Agradecimentos.

O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono diz:
Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.

E entendendo os braços, diz:
Pres: Deus vos abençoe e vos guarde.
Ass: Amém.

Pres: Ele vos mostre a sua face e se compadeça de vós.
Ass: Amém.

Pres: Volva para vós o seu olhar e vos dê a sua paz.
Ass: Amém.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos Deus todo-poderoso: Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, de mãos unidas:
Pres ou Diác: Em nome do Senhor, ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os demais ministros.


SENHORA UM DIA DESCESTES
À TERRA QUE EM VÓS CONFIA.
DESCESTES A SERRA DE AIRE,
EM PLENA COVA DA ÍRIA.

SALVE REGINA! SALVE REGINA!
ORA PRO NOBIS, MARIA!

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